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domingo, 14 de novembro de 2010

Era da Informação

A era da informação é também a era da valorização do capital humano,através da idéia de que o indivíduo que não adaptar-se ao meio é uma pessoa que tende a definhar no que diz respeito ao mercado de trabalho.
Este século nos mostra uma explosão de tecnologias existentes em meio a um mundo que é dividido em 3 partes: países pobres,países em desenvolvimento e países ricos.

Com a globalização podemos perceber que informações são necessárias, mas ainda são vistas como soluções para diversos problemas quando na verdade elas são somente um auxílio para resolver tais questões.
Tecnologias afim, informações que circulam com uma velocidade impressionante e dados sistêmicos, eis a nova Era da Informação.
Na Era da Informação as empresas dependem muito mais dos funcionários do que eles delas, o maior valor agregado das companhias está na cabeça de seus colaboradores.


A informatização tem servido como base de sustentação para um moderno plano de comunicação mundial,através da informação rápida e instantânea a sociedade tem conseguido resultados mais precisos ao fazer diagnósticos de certos assuntos,como por exemplo:fenômenos naturais, falhas em processos,
Etc.
As empresas vêem a Tecnologia da Informação como importante aliada pois através de sistemas inovadores as mesmas tem buscado cada dia mais adequar-se ao mundo da informação,são softwares ,aplicativos e sistemas em redes que faz com uma empresa que busca a melhoria contínua deve seguir.

domingo, 17 de janeiro de 2010

MRP I e MRP II

O MRP (Planejamento das Necessidades de Materiais) é um sistema de inventário que consiste em tentar minimizar o investimento em inventário. Em suma, o conceito de MRP é obter o material certo, no ponto certo, no momento certo. Tudo isto através de um planejamento das prioridades e a Programação Mestra de Produção.

Este sistema tem funções de planejamento empresarial, previsão de vendas, planejamento dos recursos produtivos, planejamento da produção, planejamento das necessidades de produção, controle e acompanhamento da fabricação, compras e contabilização dos custos, e criação e manutenção da infra-estrutura de informação industrial.

A criação e manutenção da infra-estrutura de informação industrial passa pelo cadastro de materiais, estrutura de informação industrial, estrutura do produto (lista de materiais), saldo de estoques, ordens em aberto, rotinas de processo, capacidade do centro de trabalho, entre outras.
A grande vantagem da implantação de um sistema de planejamento das necessidades de materiais é a de permitir ver, “rapidamente”, o impacto de qualquer replanejamento. Assim pode-se tomar medidas corretivas, sobre o estoque planejado em excesso, para cancelar ou reprogramar pedidos e manter os estoques em níveis razoáveis.

1 METAS DO MRP
De modo geral, a implantação de um sistema MRP visa:

• Diminuir custos de estocagem e movimentação
• Tempo de vida e controle de validade em casos de produtos perecíveis. Além disto, o produto pode sofrer alterações de modelo, por exemplo.
• Atendimento ao cliente.
• Diminuir a improdutividade. A produtividade pode ser atingida e afetada por falta de materiais, tempo de preparação, quebra de máquina, hora extra, variação na equipe, etc.
• Previsibilidade, incluindo a manutenção dos equipamentos, a previsão de compras e produção.
• Capacidade da instalação para o atendimento, ou seja, a capacidade de atendimento ao cliente.
• Diminuir o custo de materiais e transporte.
• Diminuição do custo de obtenção.

2 FUNÇÕES E ATIVIDADES ANALISADAS NO SISTEMA MRP

2.1 Previsão de vendas

Prever e antecipar a necessidade do cliente. Planejar e replanejar com vistas à previsibilidade constituem-se em uma das funções do MRP. Através desta função do sistema MRP pode-se programar compras e produção.


2.2 Plano mestre

Para este planejamento ou replanejamento, o desenvolvimento de um plano mestre se faz necessário para planejar o quanto será produzido esta semana, na semana seguinte, na outra, etc. No entanto não é porque planejamos vender 100 unidades que iremos produzir 100. Nem sempre o planejado corresponde a necessidade das vendas. Se há sazonalidade, por exemplo, pó ser produzido mais por um certo período, para atender as necessidades do pico de vendas.
A alta administração também deve perceber que o fluxo de caixa está implícito no plano mestre, e chamá-lo de plano global.

2.3 Liberação de ordens

Esta atividade envolve compra, produção e a definição, alteração ou revisão, ou seja, quando e quanto.
São decisões tomadas a todo o instante, independentemente do número de itens envolvidos, se 1.000, 2.000 ou 50.000 itens.
A liberação das ordens está ligada ao plano mestre, sendo ele o responsável pelas decisões tomadas para o produto final.

2.4 Follow-up ou planejamento de prioridade

Existem normalmente 2 tipos de seguimento, ambos consideram as ordens já liberadas para compra ou produção. Eles são seguimento de compras, com as ordens de compra, e o de controle de produção com as ordens de produção.

2.5 Planejamento da capacidade

Podemos chamar de Planejamentos da Capacidade a função do MRP que consiste em constatar se existem altos e baixos ou ainda sobrecarga de capacidade, podendo se tomar às ações necessárias. Exemplo:
Vendas quer um pedido novo. É possível verificar se ele pode ser atendido sem afetar os já existentes.

2.6 Manutenção dos registros

Além do controle do estoque é importante a atualidade da lista de material. Através da contagem cíclica ou inventário rotativo podemos conseguir a proximidade à realidade do estoque.


3 DEMONSTRAÇÃO

Para evitar falta ou excesso dos materiais envolvidos, a explosão líquida total por produto finalizado, pode ser demonstrada da seguinte forma:

Previsão de vendas – Estoque de produto acabado = Previsão líquida de vendas

Partindo da previsão líquida de vendas, podemos dar origem ao programa-mestre de produção.

Programa mestre de produção X Lista de materiais = Demanda de materiais

Demanda de materiais + Estoque físico – Saldo de pedidos = Necessidades de materiais

4 NATUREZA DA DEMANDA PARA O MRP

4.1 Independente: Quando não está relacionada com nenhum outro item. Neste caso deve ser prevista e projetada através de técnicas específicas de previsões (vide figura abaixo).
4.2 Dependente: Quando está relacionada ou depende de outro item. Esta demanda deve ser calculada. (vide figura abaixo)


5 CALCULO DAS NECESSIDADES DE MATERIAIS

Para o efetivo cálculo das necessidades de materiais deve-se considerar a estrutura do produto com os níveis de fabricação, a quantidade do lote de compra, o tempo de reposição para cada componente (comprado ou fabricado internamente), as necessidades das peças baseados no programa-mestre, o uso de cada peça, atentando-se para a sua utilização também em outros produtos, e o uso de cada peça, levando-se em conta que ela pode ser usada no mesmo produto em diversos níveis.

Para determinação da quantidade a comprar podemos escolher diversos métodos de acordo com as necessidades reais, tais como: Quantidade fixa, lote econômico, lote a lote, ou reposição periódica.

6 APLICAÇÃO PRÁTICA
Numa melhor compreensão da aplicação do MRP a um determinado produto, podemos observar os tópicos relevantes que integram o processamento do produto, nomeadamente (MRP - Planejamento das necessidades dos materiais):
• Itens pais e itens filhos;
• Estrutura do produto;
• Lista de materiais “indentada”;
• Detalhe das necessidades brutas dos materiais;
• Previsões das vendas;
• Cálculo ou “explosão”de necessidades líquidas de materiais.

MRP II

O MRP I ainda é usado nos dias de hoje por bastantes empresas mas, este tem vindo a ser desenvolvido, adaptado e expandido de forma a incluir elementos de compras, financeiros, e marketing. Esta nova versão é chamada MRP II (manufacturing resource planning).O MRP II (manufacturing resource planning ou planeamento dos recursos de produção) incluí um conjunto completo de actividades envolvendo o planejamento e controle de operações de produção.
COMPONENTES DE UM SISTEMA MRP II
O MRP II consiste numa variedade de módulos e funções que incluem:
• Planejamento de produção;
• Planejamento das necessidades;
• Calendário geral de produção;
• Planejamento das necessidades dos materiais (MRP I);
• Shop floor control (SFC);
• Compras.
VANTAGENS DO MRP II
• Redução de estoques;
• Maior rotação de estoques;
• Maior consistência nos tempos de entrega ao cliente;
• Redução nos custos de aquisição de material;
• Redução nos tempos de mão-de-obra.

APLICAÇÃO DE UM SISTEMA MRP II
A implementação de um sistema MRP II não se constitui, no seu âmago, e na generalidade, uma tarefa inteligível, compreendendo, na maioria das vezes, um espaço temporal de aprendizagem que poderá alcançar os 24 meses. Os dados oficialmente reconhecidos designam uma taxa de êxito (classe A de acordo com a classificação da consultora norte-americana Oliver Wight) nas implementações de apenas 25%. Nesta etapa, a empresa estará habilitada a executar simulações do tipo what-if, sendo que o sistema MRP proporciona um melhor entendimento das inter-relações estabelecidas em atividades como vendas, finanças, produção e suprimento. No entanto, para que uma empresa alcance este limiar, tem de procurar subjugar diversos fatores críticos, os quais se constituem a partir de uma composição limítrofe de aspectos técnicos e humanos, entre os quais:
• Apoio dos altos cargos das empresas e organizações;
• Definição translúcida de metas e objetivos;
• Cooperação e comunicação interdepartamental;
• Visibilidade da implementação;
• Programa de treino profissionalmente construtivo e educação;
• Staff comprometido e motivado;
• Conhecimento dos princípios de MRP II, especialmente pelos elementos constituintes do setor de vendas;
• Adequação de hardware e software;
• Validade e incorruptibilidade dos dados;
• Expertise em Tecnologia de Informação;
DEFINIÇÃO CLARA DE METAS E OBJETIVOS
As metas e objetivos que pretendem ser alcançados com a implementação do MRP II devem ser, indubitavelmente, propagados por toda a organização, sendo que, só dessa forma se pode evitar que seja estabelecida uma percepção distorcida da representatividade deste novo sistema, além, claro, de permitir uma tomada de decisão mais eloquente no que concerne aos aspectos técnicos do sistema relativamente ao software e hardware.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Liderança

Liderança é o processo de influenciar pessoas no sentido de que ajam em prol dos objetivos da instituição. Devem existir, segundo o conceito:

Líder é alguém que possui Seguidores.
Algumas pessoas são Pensadores outras Profetas. Papéis importantes e necessários. Mas sem Seguidores, não podem existir Líderes.
Líder Eficaz, não é alguém amado e admirado. É alguém cujos seguidores fazem as coisas certas. Popularidade não é liderança. Resultado, sim.
Líderes são bastante visíveis, portanto servem de exemplo.
Liderança não quer dizer posição, privilégio, titulo ou dinheiro.
Significa responsabilidade com AUTORIDADE.

Liderança na Organização
As coisas acontecem e são realizadas na sociedade devido à convicção de certas pessoas. A mesma coisa ocorre nas empresas. Os gerentes são os responsáveis diretos pela sobrevivência e pelo sucesso da organização. Cada sucesso da empresa é o sucesso de um ou mais gerentes. Cada fracasso é o fracasso de um ou mais gerentes.

A excelência empresarial está profundamente relacionada com a excelência gerencial. A visão, a dedicação e a integridade do gerente são os principais determinantes do sucesso empresarial. As principais habilidades e ferramentas gerenciais quase sempre se resumem em uma das características fundamentais: a liderança.
Cada pessoa tem as suas aspirações pessoais, os seus objetivos, as suas preferências, as suas características de personalidade, os seus talentos e habilidades. Cada pessoa é única e ímpar. Ao constituírem uma equipe de trabalho, as pessoas se destacam pela diferenças individuais. Para que as pessoas possam trabalhar satisfatoriamente em equipe elas precisam de liderança. A liderança constitui uma necessidade típica do trabalho em equipe. Para fazer a equipe funcionar e produzir resultados, o gerente precisa desempenhar muitas funções ativadoras. Dentre estas funções, sobressai a liderança. O gerente deve saber como conduzir as pessoas, isto é, como liderar as pessoas e administrar as diferenças entre elas. A liderança é necessária em todas as atividades e em todos os tipos de organização humana, principalmente nas empresas.
A liderança não deve ser confundida com direção ou com gerência. Um bom dirigente ou gerente deve ser necessariamente um bom líder. O líder nem sempre é um dirigente ou gerente. Na realidade, os líderes devem estar presentes no nível de direção, no de gerência e em todos os seus níveis hierárquicos e em todas as suas áreas de atuação. Contudo, é na gerência que reside o ponto mais crítico da liderança. É neste nível onde são decodificados e traduzidos os objetivos e necessidades da empresa e transformados em metas e esquemas de trabalho para serem implementados e realizados pelos demais outros níveis da hierarquia empresarial. Como a gerência transita no meio do campo, ela passa a ser intermediária entre os objetivos fixados pela alta direção e os meios utilizados pelo nível operacional para o seu alcance. A gerência funciona como o nível mediador, seja interpretando os objetivos fixados pela direção, seja transformando-os em planos e programas de trabalho para serem executados pelas demais pessoas da organização. Ao traduzir os objetivos fixados e convertê-los em programas de ação, a gerência assume o papel de direcionar e conjugar esforços, comunicar, liderar, motivar, avaliar e recompensar as pessoas dentro da organização. O gerente não lida apenas com capital ou dinheiro, com máquinas ou equipamentos, mas trabalha sobretudo com pessoas. É através das pessoas que o gerente consegue a execução das tarefas, a alocação dos recursos materiais e financeiros, a produção de bens ou serviços, bem como o alcance dos objetivos organizacionais. Daí a sobrevivência e o sucesso da empresa. Ao lidar com pessoas, a principal habilidade e ferramenta gerencial que emerge é a liderança.


Perfil do Líder
COMPETÊNCIAS ORGANIZACIONAIS
São conhecimentos acerca da empresa e suas interações no ambiente interno e externo.

COMPETÊNCIAS INTERPESSOAIS
São as habilidades que possibilitam as interações com o outro, visando melhoria das relações e dos resultados.

COMPETÊNCIAS INTRAPESSOAIS
São características e valores pessoais que têm impacto nas competências interpessoais e organizacionais.

“Liderança começa na escola...”
por J.C. Benvenutti
Formado em economia pela UFPR, Pós-graduado em Marketing. É hoje um dos mais requisitados profissionais especialista no fator humano das empresas. Sua atuação no Brasil e no exterior tem trazido proveituosos resultados às empresas. Sua vivência e dedicação aos estudos e pesquisas, o faz uma das maiores autoridades no assunto. Co-autor do livro "Marketing de Serviços - by ESPM", co-autor do livro "Segmentação de Mercado - by Editora Nobel. Membro da Americam Creativity Association – USA.
J.C. Benvenutti mostra as características do líder em palestra de abertura do FórumRH
Com um estilo muito peculiar, que mistura os conceitos teóricos com piadas, ironia e muito humor, J.C. Benvenutti, professor universitário, conferencista e consultor empresarial e especialista no fator humano nas organizações, abriu a série de palestras do 12º Fórum RH com um grande resumo sobre o tema do evento, que é a questão da liderança.
Ele explicou que é tão difícil achar líderes nas empresas justamente porque isso não é ensinado nas escolas. "Qual a hora mais temida nas escolas? A prova. E como se chama o trabalho em equipe nas provas? Cola. Ou seja, você é ensinado desde cedo que não pode trabalhar em conjunto com os colegas e passar seu conhecimento", esclarece.
Benvenutti explicou que o sucesso pessoal, profissional e mesmo da empresa está resumido a uma única equação:
R= (C+H) L
Sendo que R é o resultado, C são as competências, H as habilidades e L, a liderança. O resultado do seu trabalho depende de você somar as suas competências e habilidades, que multiplicadas pela liderança dão o resultado total.
Confira agora as características que, segundo o especialista, formam um líder completo, e as devidas explicações sugeridas por ele:

1. Caráter - pessoa que fala e age de forma coerente
2. Carisma - capacidade de ser aglutinador de pessoas
3. Comprometimento - quem faz é diferente de quem sonha, ter comprometimento é estar disposto a fazer algo
4. Comunicação - uma boa comunicação pede um ambiente claro e propício
5. Discernimento - deve ser regido por valores, não são apenas por maneiras
6. Foco - quanto mais nítido, mais preciso ele é
7. Generosidade - uma vela acende a outra e nenhuma se apaga
8. Iniciativa - fazer acontecer, se não der certo volta e tenta de novo
9. Escutar - para se conectar aos corações, escute!
10. Paixão - fundamental, é o combustível da vida
11.Atitude positiva - é preciso pensar positivamente para que as coisas dêem certo
12. Resolvedor de problemas - diante de um problema, você precisa se perguntar sempre: "o que eu aprendo com isso"? Ou você enfrenta o problema, ou se curva diante dele. Não faça como muitas pessoas que pagam "consórcio de desgraça", e ficam anos sofrendo pelo mesmo problema.
13. Relacionamentos - quando você se dá bem com os outros, estes conseqüentemente vão se dar bem com você também
14. Responsabilidade - ter posição na empresa, saber trabalhar em equipe, jogar junto
15. Seguro - ter consciência das suas competências e fragilidades, e saber que a diversidade é importante, principalmente no ambiente corporativo
16. Autodisciplina - saber liderar a si mesmo
17. Provedor - é aquele que sabe amar mais seus colaboradores do que seu próprio cargo
18. Aprendiz - quanto mais sei, mais sei que nada sei. O importante é aprender sempre e entender que saber algo não pressupõe que você não tenha mais nada a aprender sobre aquilo
19 - Visão - nós somos do tamanho dos nossos sonhos. Se alguém sonha medíocre, vai acabar fazendo coisas medíocres

Conclusão
Com um tema tão amplo e sempre atual, procuramos nos relacionar e acompanhar junto com a classe, através da pesquisa, em que Perfil de Liderança nos encontramos.
Procuramos abordar também como referência em nossa pesquisa a tese do conferencista J.C. Benvenutti, em que, como já vimos ele questiona ironicamente o grande problema da liderança já dentro da formação do profissional.
Podemos sentir também que a liderança está presente em qualquer meio onde se haja concentração de pessoas. Nesses casos podemos verificar a liderança em vários graus e facilmente identificar o líder, seja num problema a ser solucionado; seja num trabalho de escola; seja dentro da família; num jogo de futebol, enfim, a liderança está presente em todos os meios e em diferente grau de intensidade, movidos pela razão ou pela emoção.
Dentre as diversas qualidades observadas para a liderança acontecer, observamos duas que seriam fundamentais:
A sensibilidade, em que o líder consegue antecipar os pensamentos e as emoções de seus companheiros, para assim definir a melhor opção em cada momento.
A Iniciativa, pois de nada valer-se-ia um líder com um mundo de conhecimentos, carisma, responsabilidades, etc. se ele não tiver a iniciativa, ou a ação de começar a fazer algo. Portanto, é a razão e emoção e, ir e fazer!

quinta-feira, 23 de julho de 2009

O que é Cultura Organizacional

A cultura organizacional ou cultura corporativa é o conjunto de hábitos e crenças estabelecidos através de normas, valores, atitudes e expectativas compartilhados por todos os membros da organização.
Ela refere-se ao sistema de significados compartilhados por todos os membros e que distingue uma organização das demais. Constitui o modo institucionali- zado de pensar e agir que existe em uma organização. A essência da cultura de uma empresa é expressa pela maneira como ela faz seus negócios, a maneira como ela trata seus clientes e funcionários, o grau de autonomia ou liberdade que existe em suas unidades ou escritórios e o grau de lealdade expresso por seus funcionários com relação à empresa. A cultura organizacional representa as percepções dos dirigentes e funcionários da organização e reflete a mentalidade que predomina na organização. Por esta razão, ela condiciona a administração das pessoas...

Em outras palavras, a cultura organizacional representa as normas informais e não escritas que orientam o comportamento dos membros de uma organização no dia-a-dia e que direcionam suas ações para o alcance dos objetivos organizacionais. No fundo, é a cultura que define a missão e provoca o nascimento e o estabelecimento dos objetivos da organização. A cultura precisa ser alinhada juntamente com outros aspectos das decisões e ações da organização como planejamento, organização, direção e controle para que se possa melhor conhecer a organização.

Pode-se Mudar a Cultura de uma Organização? Deve-se mudar a cultura da Organização em busca de resultados?

Segundo Kissil (1998), para que a organização possa sobreviver e se desenvolver, para que existam revitalização e inovação, deve-se mudar a cultura organizacional. Esse conceito responde plenamente esta questão, onde o Autor sugere que a revitalização e a inovação são fatores importantes para as empresas, e de certo modo só se consegue isso mudando a cultura da organização.
O esforço de entendimento mútuo dentro da empresa é uma maneira de garantir uma estrutura consistente e manter o ritmo de produtividade da organização. Para montar as equipes com um perfil variado é preciso de um enfoque cultural e escolher as pessoas que são diferentes. O que faz uma empresa forte é o respeito mútuo interno, é ele que poderá gerar respostas rápidas e eficientes. Se as diversidades forem integradas em torno de um único compromisso, a empresa estará sempre pronta para administrar as mudanças que forem necessárias. Só se consegue isso com uma cultura organizacional forte, onde as pessoas têm os valores e princípios da empresa disseminados de forma clara, onde todos tem orgulho de fazer parte de uma organização transparente e focada no sucesso.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

O que é o TCC?

O TCC (Trabalho de Conclusão de Curso), bem como a monografia tem como uma de suas especificidades demonstrar, através do estudo científico, o conteúdo do que foi assimilado durante o período de graduação do aluno.Através de um tema bem estabelecido e centrado no campo de abrangência da carreira escolhida, o TCC consiste numa prática de aprofundamento, investigação, incursão em bibliografias criteriosamente selecionadas, apontamento de diretrizes e conclusões próprias, tendo como embasamento o conhecimento figurante na contemporaneidade acerca da temática eleita.
A execução de um TCC exige planificação pormenorizada, pesquisa aprofundada, levantamento bibliográfico, coleta de dados, desenvolvimento textual pertinente e estritamente ligado ao tema eleito. É recomendável que seja precedida por um projeto, requisito que além de efetuar a prospecção do futuro trabalho, auxilia na fragmentação e execução de suas partes, ainda que estas, como resultado final, apresentem congruência e fluidez em seqüência, refletindo em um trabalho homogêneo e consistente.
Um TCC deve tendenciosamente, para seu pleno sucesso, estar em consonância com as normas ABNT de produção científica, que primam por uma padronização com relação à redação empregada e com relação à disposição textual no papel em termos de espaçamentos, componentes pré-textuais (como capa, folha de rosto, resumo, sumário, epígrafe, dentre outros), além de outros quesitos referentes à elaboração de um trabalho acadêmico.
A forma estrutural do TCC é semelhante a da monografia, não querendo eliminar as possíveis diferenças entre os dois trabalhos científicos. O importante é frisar que todo tipo de produção científica tem por máxima finalidade impulsionar progressos tangíveis à evolução da nação, seja em nível de graduação ou pós-graduação.

Texto retirado do site:http://www.superclickmonografias.com

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Formatação de Trabalhos segundo a ABNT

Disponibilizamos nesta página uma série de especificações de ordem técnica sobre os passos para a elaboração de um Trabalho Científico.Muito longe de ser a palavra final sobre o assunto, é preciso salientar a importância de que o aluno atente sempre para as indicações prestadas pelo seu Orientador do trabalho ou pela Instituição de Ensino, uma vez que não há uma uniformidade inquestionável quanto ao modelo ideal de apresentação técnica de trabalhos científicos.O padrão oficial seguido no Brasil é o que aqui se divulga, buscando demonstrar, embora, como já referido, sem a pretensão de esgotar o estudo das normas técnicas, passo a passo, como se deve proceder para formatar em seu computador o trabalho científico a partir das regras da ABNT.A digitação (ou a datilografia) será feita em uma face apenas do papel (ofício), que deve ter o tamanho A4, ou seja, 29,7 x 21 cm (297mm x 210mm), em espaço um e meio e impresso, de preferência, na cor preta. O tamanho da fonte (pitch) que recomenda a norma ABNT é 12 para o corpo do texto e 10 para as citações longas e notas de rodapé (NBR 14724:2001), podendo que haja uma certa oscilação entre 11 e 14, conforme o tipo de letra escolhido pelo aluno, o quanto mais próximo possível do tamanho indicado.Não há nas normas da ABNT uma definição exata quanto ao tipo de letra que se deve usar na confecção do trabalho científico, ou seja, não há rigor quanto a isso, por se tratar de uma recomendação, não de uma obrigação.Recomenda-se que o aluno utilize as fontes Arial, ou Times New Roman, de preferência, entre outras possíveis (Bookman Old Style, Courier new, Garamond, Tahoma, etc), desde que não haja oposição por parte do Orientador do trabalho ou da Instituição de Ensino.Breves definiçõesMONOGRAFIA é o documento composto de uma parte ou de um número de partes preestabelecido que se complementam (NBR 6023:2000).PROJETO DE PESQUISA é o tipo de documento que apresenta um plano prévio ao desenvolvimento do trabalho até seu final. Não possui capítulos, sendo composto de folha de rosto, sumário e do projeto propriamente dito, com numeração seqüencial única.TESE é o documento resultante de um trabalho de cunho experimental ou a exposição de um estudo científico de tema único e bem delimitado, devendo ser confeccionado a partir de investigação original, sob a coordenação de um Orientador (um Doutor), buscando a titulação de Doutor ou similar (NBR 14724:2001).DISSERTAÇÃO é o documento que contém o resultado de um trabalho experimental ou de uma exposição de estudo científico de tema único e bem delimitado na sua extensão, visando a reunião, a análise e a pertinente interpretação de informações. Deve evidenciar o conhecimento do aluno a respeito da literatura existente sobre o tema e sua capacidade de sistematização. É feita sob a coordenação de um orientador (um Doutor), buscando a titulação de Mestre (NBR 14724:2001).TRABALHO ACADÊMICO (Trabalho de Conclusão de Curso, Trabalho de Graduação Interdisciplinar, etc) é o documento representativo do resultado de um estudo, que expresse conhecimento sobre o assunto escolhido, que tem obrigatoriamente que desprender-se da disciplina ou curso em andamento, sob a coordenação de um orientador.RELATÓRIO DE ESTÁGIO é o documento que apresenta o relato completo e objetivo do período de estágio cumprido pelo aluno em atendimento a exigência da Instituição de Ensino, contendo as experiências, os programas desenvolvidos e os objetivos propostos e alcançados, as observações técnicas e outras informações exigidas.Para configurar todas as páginas:1) vá em Editar/Selecionar tudo2) entre em Arquivo/Configurar página/Margens, alterando como segue:superior: 3/ esquerda: 3 ; inferior: 2 /direita: 2 ; medianiz: 0cabeçalho: 1,25 /rodapé: 1,25; aplicar: no documento inteiro; margens espelho;3) em Tamanho do papel alterar para: A4; retrato;aplicar: no documento inteiro;
4) em Layout alterar para: início de seção: contínua alinhamento vertical: superior aplicar: no documento inteiro* O alinhamento da margem direita não é de caráter obrigatório, conforme aparece no último parágrafo do modelo (em cinza).* Não se pode utilizar nenhum tipo de tapa-margem (alinhamento forçado do tipo barra,travessão, etc).* Pode-se usar o alinhamento feito pelo computador (expansão automática da linha), desde que resulte visualmente aceitável (NBR 14724:2001).ModeloPara configurar o Título1) coloque o cursor na frente da primeira palavra do título
2) entre em Formatar/Estilo
3) no campo escrito Lista, selecione: Estilos definidos pelo usuário
4) selecione: Novo
5) no campo escrito Nome, escreva: TÍTULO ABNT
6) no campo escrito Baseado em, selecione: Normal
7) no campo escrito Tipo de Estilo, selecione: Parágrafo
8) no campo escrito Estilos Para Parágrafo Seguinte, selecione: Normal
9) selecione:
Formatar/Fonte: Arial; negrito 12; Caixa Alta OK ;
Em Parágrafo, Recuos e Espaçamentos: alinhamento: centralizado
recuo esquerdo: 0; recuo direito: 0; especial: nenhum ; espaçamento antes: 168
espaçamento depois: 60; controle de linhas órfãs/viúvas
10)OK; Adicionar ao modelo; Atualizar automaticamente
11) OK
12) Aplicar* O título na página que não recebe numeração (Sumário, Resumo, Introdução, Capítulo, Conclusão, Referências) deve estar a 8 cm da borda superior da página, com alinhamento centralizado.Esses títulos devem estar separados do ponto onde começa o texto por três espaços duplos.* Se a página for configurada com 2 centímetros na parte superior, então o ítem espaçamento antes deve estar marcado com o valor 144.* O título que for numerado, também deve estar a 8 cm da borda superior, embora deva ficaralinhado à esquerda. A separação do numeral quanto ao título deve ser de apenas um espaço(conforme aparece demonstrado no exemplo acima - em cinza). Esses títulos devem estarseparados do ponto onde começa o texto por uma linha em branco.* O tamanho da fonte utilizada no título deve ser o mesmo tamanho da fonte utilizada no corpo do texto.ModeloPara configurar o Subtítulo:1) coloque o cursor na frente da primeira palavra do título;
2) entre em Formatar/Estilo;
3) no campo escrito Lista, selecione: Estilos definidos pelo usuário;
4) selecione: Novo;
5) no campo escrito Nome, escreva: SUBTÍTULO ABNT;
6) no campo escrito Baseado em, selecione: Normal;
7) no campo escrito Tipo de Estilo, selecione: Parágrafo;
8) no campo escrito Estilos Para Parágrafo Seguinte, selecione: TEXTO ABNT;
9) selecione: Formatar/Fonte: Arial negrito 12 OK
Em Parágrafo, Recuos e Espaçamentos: alinhamento: esquerdo
recuo esquerdo: 0 recuo direito: 0
especial: nenhum espaçamento antes: 12 espaçamento depois: 12
Adicionar ao modelo
Atualizar automaticamente ;
11) OK;
12) Aplicar;ModeloPara configurar o parágrafo:1) coloque o cursor na frente da primeira palavra do parágrafo;
2) entre em Formatar/Estilo;
3) no campo escrito Lista, selecione: Estilos definidos pelo usuário;
4) selecione: Novo;
5) no campo escrito Nome, escreva: TEXTO ABNT;
6) no campo escrito Baseado em, selecione: Normal;
7) no campo escrito Tipo de Estilo, selecione: Parágrafo;
8) no campo escrito Estilos Para Parágrafo Seguinte, selecione: TEXTO ABNT;
9) selecione: Formatar/Fonte: Arial 12
OK
Em Parágrafo, Recuos e Espaçamentos: alinhamento: justificado
recuo esquerdo: 0 recuo direito: 0
especial: 1ª linha, por 0,7 espaçamento antes: 0 espaçamento depois: 0
entre linhas: duplo;
10) OK
Adicionar ao modelo
Atualizar automaticamente;
11) OK;
12) Aplicar;* O espaço padrão entre as linhas do texto deve ser espaço duplo, enquanto que a separação dos parágrafos deve ser correspondente a uma linha em branco.ModeloPara configurar a citação:1) coloque o cursor na frente da primeira palavra do parágrafo;
2) entre em Formatar/Estilo;
3) no campo escrito Lista, selecione: Estilos definidos pelo usuário;
4) selecione: Novo;
5) no campo escrito Nome, escreva: CITAÇÃO ABNT;
6) no campo escrito Baseado em, selecione: Normal;
7) no campo escrito Tipo de Estilo, selecione: Parágrafo;
8) no campo escrito Estilos Para Parágrafo Seguinte, selecione: Normal;
9) selecione: Formatar/Fonte: Arial 10 OK Em Parágrafo, Recuos e Espaçamentos: alinhamento: justificado recuo esquerdo: 4 cmrecuo direito: 0 especial: nenhum espaçamento antes: 12 espaçamento depois: 12entre linhas: simples;
10) OK;Adicionar ao modelo;
Atualizar automaticamente;
11) OK;
12) Aplicar;* A indicação acima é para ser utilizada na formatação da citação direta longa - aquela comtamanho maior do que três linhas.Exemplo:No entender de Freire:Há uma relação entre a alegria necessária à atividade educativa e a esperança. A esperança de que professor e alunos juntos podemos aprender, ensinar, inquietar-nos, produzir e juntos igualmente resistir aos obstáculos à nossa alegria (1998, p. 80).Ou:... no entender do autor:Há uma relação entre a alegria necessária à atividade educativa e a esperança. A esperança de que professor e alunos juntos podemos aprender, ensinar, inquietar-nos, produzir e juntos igualmente resistir aos obstáculos à nossa alegria (FREIRE, 1998, p. 80).* A citação direta curta (ou breve) - aquela com tamanho de até três linhas deve estar entre aspas duplas, no corpo do texto, em itálico, respeitando o mesmo tamanho de fonte (arial 12). As aspas simples serão usadas quando se quiser fazer uma citação dentro da citação original.Exemplo:No entender de Freire (1998., p. 80): "Há uma relação entre a alegria necessária à atividade educativa e a esperança. A esperança de que professor e alunos juntos podemos aprender, ensinar, inquietar-nos, produzir e juntos igualmente resistir aos obstáculos à nossa alegria".Ou:... no entender do autor: "Há uma relação entre a alegria necessária à atividade educativa e a esperança. A esperança de que professor e alunos juntos podemos aprender, ensinar, inquietar-nos, produzir e juntos igualmente resistir aos obstáculos à nossa alegria" (FREIRE, 1998, p. 80).* A citação indireta ou livre é aquela em que se expressa com nossos próprios termos o pensamento do autor citado. Deve-se indicar o nome do autor (em letras minúsculas, se aparecer dentro do próprio texto e em letras maiúsculas, se entre parênteses) e o ano da publicação da obra referida.ModeloPara configurar referências bibliográficas:1) coloque o cursor na frente da primeira palavra da primeira bibliografia;
2) entre em Formatar/Estilo;
3) no campo escrito Lista, selecione: Estilos definidos pelo usuário;
4) selecione: Novo;
5) no campo escrito Nome, escreva: REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ABNT;
6) no campo escrito Baseado em, selecione: Normal;
7) no campo escrito Tipo de Estilo, selecione: Parágrafo;
8) no campo escrito Estilos Para Parágrafo Seguinte, selecione: REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA; ABNT;
9) selecione: Formatar/Fonte: Arial 12 OK Em Parágrafo, Recuos e Espaçamentos: alinhamento: esquerdo recuo esquerdo: 0recuo direito: 0 especial: nenhum espaçamento antes: 12 espaçamento depois: 12entre linhas: simples ;
10) OK;Adicionar ao modelo;
Atualizar automaticamente;
11) OK;
12) Aplicar;Modelo Para adicionar nota de rodapé/nota de fim:1) coloque o cursor na frente da primeira palavra da primeira bibliografia;
2) entre em Inserir/Notas;
3) no campo escrito Inserir, selecione: Notas de rodapé/Opções ou Notas de fim;
4) no campo escrito Posicionar, selecione: No fim da página;
5) no campo escrito Formato do Número, selecione: 1, 2, 3...;
6) no campo escrito Iniciar em, selecione: 1;
7) no campo escrito Numeração, selecione: Reiniciar a cada seção;
8) Formate em fonte arial, normal, 10, seguindo formatação da página de texto;PaginaçãoTodos os tipos de trabalho devem ter as suas páginas numeradas, obedecendo a uma seqüência cronológica, devendo o número indicador da página respectiva estar localizado no canto superior direito da folha, já desde a primeira página de texto (naquelas páginas onde não apareça nenhum título), a exatos 2 centímetros das respectivas bordas, escrito em algarismos arábicos.Para adicionar a linha pontilhada ao sumário:1) colocar o cursor no final da última letra da última palavra da linha;
2) entrar em Formatar/Tabulação;
3) no campo escrito Marca de Tabulação, escreva: 14,5;
4) no campo escrito Tabulação Padrão, selecione: 1,25;
5) no campo escrito Alinhamento, selecione: Direito;
6) no campo escrito Preenchimento, selecione: 2 (se quiser os pontos mais grossos, selecione: 3);
7) Ok;
8) deixar o cursor após a última letra da última palavra em cada linha do sumário e apertar a tecla TAB;
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS1 FURASTÉ, Pedro Augusto. Normas Técnicas para o Trabalho Científico. Explicitação das Normas da ABNT. 11 ed. Porto Alegre : s.n., 2002.2 THUMS, Jorge. Orientações para o Trabalho Acadêmico. Canoas : ULBRA, 1999.