terça-feira, 21 de junho de 2011

Um Tesouro Guardado


Não acredito em contos de fada com finais felizes, sempre acreditei em fadas que possuem histórias que começam e terminam, sem necessariamente ter um bom começo e um final ruim ou vice - versa; não é difícil imaginar que a vida não se resume a tão somente viver, mas é mais do que isso.

Viver é um dom que as pessoas tem, não que seja algo difícil possuir a capacidade de aproveitar o máximo da vida, mas algumas pessoas simplesmente nunca leram o significado da palavra : aproveitar, curtir; é como se diz hoje em dia.

Passamos por muitos desafios até encontrarmos não a felicidade que tanto buscamos, mas o “eu“ escondido de cada um, pois na verdade o sentido de ser feliz é que nos faz perceber que a felicidade sempre existiu dentro de nós.

Não entendo como o ser humano insiste em buscar as coisas tão longe, quando na verdade sempre estiveram bem perto. É como olhar para o mar aberto atrás de terra e não ver o chão em que pisa.


domingo, 6 de fevereiro de 2011

Ele Não Está Tão Afim de Você


Quando ele diz que vai ligar amanhã, acredite, ele não vai ligar. Mas,se por milagre ele ligar, e isso talvez seja uma semana depois; aí você terá a certeza de que ele realmente está afim.
Se ele for do tipo que liga sim, mas liga no meio da madrugada... acho melhor você refletir um pouco, pois homens assim, só querem uma coisa e você sabe o que é não é mesmo?
Se ele marca de sair e cancela antes, então, se não for por um bom motivo que convença; ele não está afim de você.
Se ele parece fugir de você, sempre sendo complicado encontrá-lo em um determinado lugar; então ele não quer saber de você.
Se ele começa a conversar com você, tipo, para saber o que as mulheres gostam em um homem, e no final agradece dizendo: obrigado por ser minha amiga e me ajudar, então, definitivamente, ele não está afim de você e sim de outra pessoa.
Mas ás vezes focamos tanto em achar nosso final feliz que não aprendemos a ler os sinais, a diferenciar entre quem nos quer e quem não nos quer, entre os que vão ficar e os que vão te deixar.
E talvez esse final feliz não inclua um cara incrível. Talvez seja você sozinha recolhendo os cacos e recomeçando, ficando livre para algo melhor no futuro.
Talvez o final feliz seja só seguir em frente.
Ou talvez o final feliz seja isso:
Saber que mesmo com ligações sem retorno e corações partidos, com todos os erros estúpidos e sinais mal interpretados, com toda a vergonha e todo constrangimento, você nunca perdeu a esperança.
E daí, você descobre que príncipes não vêm montados em cavalos, que na verdade surgem em forma de um homem passível de erros, mas, que no final deseja o mesmo que nós mulheres; desejam encontrar uma pessoa companheira que ajude a construir um castelo chamado VIDA!

Metamorfoses neste Blog

Olá!
Depois de meses sem postagens, venho informar que resolvi mudar um pouco o blog,talvez não influencie tanto na essência do mesmo; mas gostaria de servir mais as pessoas,então pensei que uma boa maneira seria dando conselhos.
Eu sei que muitos dizem que se conselho fosse bom não seria de graça, mas acredito também que devemos apoiar uns nos outros e ás vezes, não podemos pagar uma consulta no psicoógo e daí...só nos resta procurar alguém que nos ouça, ás vezes,nem precisa dizer nada,basta ter alguém para desabafar.
E,olha,modéstia parte eu sou boa nisso;digo, em ouvir as pessoas.
Por isso, se tiver alguém precisando de algo assim,estarei aqui para ajudar no que for preciso.

Um Abraço!

domingo, 14 de novembro de 2010

Era da Informação

A era da informação é também a era da valorização do capital humano,através da idéia de que o indivíduo que não adaptar-se ao meio é uma pessoa que tende a definhar no que diz respeito ao mercado de trabalho.
Este século nos mostra uma explosão de tecnologias existentes em meio a um mundo que é dividido em 3 partes: países pobres,países em desenvolvimento e países ricos.

Com a globalização podemos perceber que informações são necessárias, mas ainda são vistas como soluções para diversos problemas quando na verdade elas são somente um auxílio para resolver tais questões.
Tecnologias afim, informações que circulam com uma velocidade impressionante e dados sistêmicos, eis a nova Era da Informação.
Na Era da Informação as empresas dependem muito mais dos funcionários do que eles delas, o maior valor agregado das companhias está na cabeça de seus colaboradores.


A informatização tem servido como base de sustentação para um moderno plano de comunicação mundial,através da informação rápida e instantânea a sociedade tem conseguido resultados mais precisos ao fazer diagnósticos de certos assuntos,como por exemplo:fenômenos naturais, falhas em processos,
Etc.
As empresas vêem a Tecnologia da Informação como importante aliada pois através de sistemas inovadores as mesmas tem buscado cada dia mais adequar-se ao mundo da informação,são softwares ,aplicativos e sistemas em redes que faz com uma empresa que busca a melhoria contínua deve seguir.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Universo

“Há momentos em que simplesmente perco o chão
e outros que sinto bater-me as asas para um vôo.
Como se estivesse presa apenas por um fio
do qual o único nó que existe se chama fé.
Ás vezes dói pequenos momentos que vivo
mas lembro desse laço que eu tenho com o universo
Algo muito mais forte que qualquer dor,e não
importa quão seja o tamanho do meu sofrer
O Universo conspira a meu favor;e sabe por que acredito nisso?
Por que nada é mais forte que o fio que amarrei em meu coração,
nada é maior que o Deus que habita em mim.”

(Vanessa de Oliveira)



MRP I e MRP II

O MRP (Planejamento das Necessidades de Materiais) é um sistema de inventário que consiste em tentar minimizar o investimento em inventário. Em suma, o conceito de MRP é obter o material certo, no ponto certo, no momento certo. Tudo isto através de um planejamento das prioridades e a Programação Mestra de Produção.

Este sistema tem funções de planejamento empresarial, previsão de vendas, planejamento dos recursos produtivos, planejamento da produção, planejamento das necessidades de produção, controle e acompanhamento da fabricação, compras e contabilização dos custos, e criação e manutenção da infra-estrutura de informação industrial.

A criação e manutenção da infra-estrutura de informação industrial passa pelo cadastro de materiais, estrutura de informação industrial, estrutura do produto (lista de materiais), saldo de estoques, ordens em aberto, rotinas de processo, capacidade do centro de trabalho, entre outras.
A grande vantagem da implantação de um sistema de planejamento das necessidades de materiais é a de permitir ver, “rapidamente”, o impacto de qualquer replanejamento. Assim pode-se tomar medidas corretivas, sobre o estoque planejado em excesso, para cancelar ou reprogramar pedidos e manter os estoques em níveis razoáveis.

1 METAS DO MRP
De modo geral, a implantação de um sistema MRP visa:

• Diminuir custos de estocagem e movimentação
• Tempo de vida e controle de validade em casos de produtos perecíveis. Além disto, o produto pode sofrer alterações de modelo, por exemplo.
• Atendimento ao cliente.
• Diminuir a improdutividade. A produtividade pode ser atingida e afetada por falta de materiais, tempo de preparação, quebra de máquina, hora extra, variação na equipe, etc.
• Previsibilidade, incluindo a manutenção dos equipamentos, a previsão de compras e produção.
• Capacidade da instalação para o atendimento, ou seja, a capacidade de atendimento ao cliente.
• Diminuir o custo de materiais e transporte.
• Diminuição do custo de obtenção.

2 FUNÇÕES E ATIVIDADES ANALISADAS NO SISTEMA MRP

2.1 Previsão de vendas

Prever e antecipar a necessidade do cliente. Planejar e replanejar com vistas à previsibilidade constituem-se em uma das funções do MRP. Através desta função do sistema MRP pode-se programar compras e produção.


2.2 Plano mestre

Para este planejamento ou replanejamento, o desenvolvimento de um plano mestre se faz necessário para planejar o quanto será produzido esta semana, na semana seguinte, na outra, etc. No entanto não é porque planejamos vender 100 unidades que iremos produzir 100. Nem sempre o planejado corresponde a necessidade das vendas. Se há sazonalidade, por exemplo, pó ser produzido mais por um certo período, para atender as necessidades do pico de vendas.
A alta administração também deve perceber que o fluxo de caixa está implícito no plano mestre, e chamá-lo de plano global.

2.3 Liberação de ordens

Esta atividade envolve compra, produção e a definição, alteração ou revisão, ou seja, quando e quanto.
São decisões tomadas a todo o instante, independentemente do número de itens envolvidos, se 1.000, 2.000 ou 50.000 itens.
A liberação das ordens está ligada ao plano mestre, sendo ele o responsável pelas decisões tomadas para o produto final.

2.4 Follow-up ou planejamento de prioridade

Existem normalmente 2 tipos de seguimento, ambos consideram as ordens já liberadas para compra ou produção. Eles são seguimento de compras, com as ordens de compra, e o de controle de produção com as ordens de produção.

2.5 Planejamento da capacidade

Podemos chamar de Planejamentos da Capacidade a função do MRP que consiste em constatar se existem altos e baixos ou ainda sobrecarga de capacidade, podendo se tomar às ações necessárias. Exemplo:
Vendas quer um pedido novo. É possível verificar se ele pode ser atendido sem afetar os já existentes.

2.6 Manutenção dos registros

Além do controle do estoque é importante a atualidade da lista de material. Através da contagem cíclica ou inventário rotativo podemos conseguir a proximidade à realidade do estoque.


3 DEMONSTRAÇÃO

Para evitar falta ou excesso dos materiais envolvidos, a explosão líquida total por produto finalizado, pode ser demonstrada da seguinte forma:

Previsão de vendas – Estoque de produto acabado = Previsão líquida de vendas

Partindo da previsão líquida de vendas, podemos dar origem ao programa-mestre de produção.

Programa mestre de produção X Lista de materiais = Demanda de materiais

Demanda de materiais + Estoque físico – Saldo de pedidos = Necessidades de materiais

4 NATUREZA DA DEMANDA PARA O MRP

4.1 Independente: Quando não está relacionada com nenhum outro item. Neste caso deve ser prevista e projetada através de técnicas específicas de previsões (vide figura abaixo).
4.2 Dependente: Quando está relacionada ou depende de outro item. Esta demanda deve ser calculada. (vide figura abaixo)


5 CALCULO DAS NECESSIDADES DE MATERIAIS

Para o efetivo cálculo das necessidades de materiais deve-se considerar a estrutura do produto com os níveis de fabricação, a quantidade do lote de compra, o tempo de reposição para cada componente (comprado ou fabricado internamente), as necessidades das peças baseados no programa-mestre, o uso de cada peça, atentando-se para a sua utilização também em outros produtos, e o uso de cada peça, levando-se em conta que ela pode ser usada no mesmo produto em diversos níveis.

Para determinação da quantidade a comprar podemos escolher diversos métodos de acordo com as necessidades reais, tais como: Quantidade fixa, lote econômico, lote a lote, ou reposição periódica.

6 APLICAÇÃO PRÁTICA
Numa melhor compreensão da aplicação do MRP a um determinado produto, podemos observar os tópicos relevantes que integram o processamento do produto, nomeadamente (MRP - Planejamento das necessidades dos materiais):
• Itens pais e itens filhos;
• Estrutura do produto;
• Lista de materiais “indentada”;
• Detalhe das necessidades brutas dos materiais;
• Previsões das vendas;
• Cálculo ou “explosão”de necessidades líquidas de materiais.

MRP II

O MRP I ainda é usado nos dias de hoje por bastantes empresas mas, este tem vindo a ser desenvolvido, adaptado e expandido de forma a incluir elementos de compras, financeiros, e marketing. Esta nova versão é chamada MRP II (manufacturing resource planning).O MRP II (manufacturing resource planning ou planeamento dos recursos de produção) incluí um conjunto completo de actividades envolvendo o planejamento e controle de operações de produção.
COMPONENTES DE UM SISTEMA MRP II
O MRP II consiste numa variedade de módulos e funções que incluem:
• Planejamento de produção;
• Planejamento das necessidades;
• Calendário geral de produção;
• Planejamento das necessidades dos materiais (MRP I);
• Shop floor control (SFC);
• Compras.
VANTAGENS DO MRP II
• Redução de estoques;
• Maior rotação de estoques;
• Maior consistência nos tempos de entrega ao cliente;
• Redução nos custos de aquisição de material;
• Redução nos tempos de mão-de-obra.

APLICAÇÃO DE UM SISTEMA MRP II
A implementação de um sistema MRP II não se constitui, no seu âmago, e na generalidade, uma tarefa inteligível, compreendendo, na maioria das vezes, um espaço temporal de aprendizagem que poderá alcançar os 24 meses. Os dados oficialmente reconhecidos designam uma taxa de êxito (classe A de acordo com a classificação da consultora norte-americana Oliver Wight) nas implementações de apenas 25%. Nesta etapa, a empresa estará habilitada a executar simulações do tipo what-if, sendo que o sistema MRP proporciona um melhor entendimento das inter-relações estabelecidas em atividades como vendas, finanças, produção e suprimento. No entanto, para que uma empresa alcance este limiar, tem de procurar subjugar diversos fatores críticos, os quais se constituem a partir de uma composição limítrofe de aspectos técnicos e humanos, entre os quais:
• Apoio dos altos cargos das empresas e organizações;
• Definição translúcida de metas e objetivos;
• Cooperação e comunicação interdepartamental;
• Visibilidade da implementação;
• Programa de treino profissionalmente construtivo e educação;
• Staff comprometido e motivado;
• Conhecimento dos princípios de MRP II, especialmente pelos elementos constituintes do setor de vendas;
• Adequação de hardware e software;
• Validade e incorruptibilidade dos dados;
• Expertise em Tecnologia de Informação;
DEFINIÇÃO CLARA DE METAS E OBJETIVOS
As metas e objetivos que pretendem ser alcançados com a implementação do MRP II devem ser, indubitavelmente, propagados por toda a organização, sendo que, só dessa forma se pode evitar que seja estabelecida uma percepção distorcida da representatividade deste novo sistema, além, claro, de permitir uma tomada de decisão mais eloquente no que concerne aos aspectos técnicos do sistema relativamente ao software e hardware.